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out 1, 2021
CVM aprova BEE4
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No âmbito do sandbox regulatório, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) aprovou, nesta quinta-feira, 30, a BEE4, como uma estrutura de Balcão Organizado para negociação de títulos emitidos por empresas emergentes. A BEE4 é um projeto da beegin, uma empresa do Grupo Solum, em parceria com a Câmara Interbancária de Pagamentos (CIP) e a Finchain.

A BEE4 foi idealizada com o objetivo de trazer empresas com faturamento anual entre R$10 milhões e R$300 milhões, dispostas a oferecer maior exposição ao mercado em relação ao seu negócio, estrutura de governança e informações, e também possibilitar que investidores tenham oportunidade de diversificação de suas aplicações em um ambiente de negociação transparente e seguro.

“O financiamento de empresas emergentes via mercado de capitais é fundamental para a consolidação e expansão de novos negócios no país. Existem iniciativas de sucesso nesta direção pelo mundo, e no Brasil isso vem sendo tentado há alguns anos. A BEE4 nasce com foco nestas empresas e agrega a experiência dos sócios do grupo Solum em conectar empresas e investidores”, afirmou Patrícia Stille, sócia cofundadora do Grupo Solum e head da BEE4.

O Projeto da BEE4 conta também com a experiência da CIP, membro relevante do sistema de pagamentos brasileiro, e uma das mais importantes instituições de infraestrutura do mercado.

“A CIP acredita que o projeto com o Grupo Solum pode contribuir para o desenvolvimento do mercado de capitais e para o financiamento de empresas emergentes. A aprovação da BEE4 no Sandbox da CVM marca nossa entrada como provedor de infraestrutura para outros segmentos de mercado, aportando conhecimento e capacidade técnica para garantir robustez na liquidação das negociações”, destaca Joaquim Kavakama, superintendente da CIP.

O Sandbox regulatório da CVM é um ambiente experimental em que os participantes admitidos recebem autorizações temporárias e condicionadas para desenvolver inovações em atividades regulamentadas no mercado de capitais, e têm sua trajetória monitorada e orientada pelo órgão. Das 33 propostas apresentadas ao Comitê de Sandbox, apenas três foram aprovadas ao final do processo.

Os ativos emitidos pelas empresas serão representados por tokens e negociados em uma plataforma da BEE4. Várias atividades serão baseadas na tecnologia blockchain. A Finchain, liderada por Marcelo Miranda , será a provedora desta tecnologia.

“A utilização da distributed leger technology tem crescido ao redor do mundo, inclusive nas instituições centrais provedoras de infraestrutura para o mercado. Temos acompanhado este movimento de perto e vamos trazer para a BEE4 o estado da arte em termos tecnológicos. Já existe um grau relevante de aprendizado em relação à melhor utilização deste tipo de tecnologia que será aproveitado no nosso projeto”, esclarece Marcelo Miranda, fundador da Finchain. 

O projeto de criação da BEE4 foi cuidadosamente pensado por todos os envolvidos desde o seu início. Fazer uma combinação que atraia empresas e investidores, criar um ambiente seguro que reduza custos operacionais e que empregue o que há de mais avançado em termos de tecnologia foi a meta colocada pelos fundadores desde o início. A aprovação do projeto pela CVM, no âmbito do sandbox, reforça a certeza de que o projeto está no caminho correto.  A autorização no âmbito do Sandbox estabelece que a BEE4 pode entrar em operação a partir do início de março de 2022, com a implantação total da infraestrutura planejada até março de 2023.

Como investir em startups

“A concepção e a base de sustentação da BEE4 é muito consistente. O projeto considerou formas para tratar as dificuldades, hoje enfrentadas, pelas empresas emergentes na captação de recursos para o seu crescimento com a melhor adequação possível da infraestrutura necessária. Todas as frentes para colocar em pé um ambiente de negociação robusto com garantia de propriedade dos ativos pelos investidores foram desenhadas com base na utilização inovadora de soluções tecnológicas hoje disponíveis no mundo”, pondera Amarílis Sardenberg, sócia e conselheira da BEE4.

Todo o processo de preparação do Projeto para participação no Sandbox, contou com a assessoria jurídica e parceria do Stocche Forbes Advogados.

Disclaimer

As atividades descritas neste material são realizadas em caráter experimental mediante autorização temporária para desenvolvimento de atividade regulamentada no mercado de valores mobiliários brasileiro. A autorização no âmbito do Sandbox estabelece que a BEE4 pode entrar em operação a partir do início de março de 2022, com a implantação total da infraestrutura planejada até março de 2023.

Sobre o Grupo Solum

Especializado no mercado de investimentos alternativos, com um olhar especial para o grande potencial de muitas pequenas e médias empresas por todo país, o grupo foi fundado pelos sócios Rodrigo Fiszman e Patricia Stille (ex-sócios da XP), Pedro Janot (ex-CEO e cofundador da Azul Linhas Aéreas) e Alexandre Amitay (ex-consultor da Bain&Co), e reúne diferentes negócios nesse segmento. São eles:

  • Solum Capital: gestora focada em investimentos alternativos, que oferece fundos e club deals que alocam recursos em companhias de capital fechado, via participação acionária ou dívida;
  • beegin: portal de investimentos alternativos, que oferece conteúdo relevante sobre o tema e traz artigos de especialistas do mercado;
  • beegin.invest: plataforma de crowdfunding criada para dar a acesso a oportunidades de investimento em empresas que estão fora da bolsa de valores, pequenos e médios negócios com muito potencial de crescimento;
  • beegin.tech: sistema para apoiar empresas na gestão da relação com acionistas e potenciais investidores, ideal para empresários que querem fomentar a transparência, governança e reportar resultados nos moldes do que é praticado no mercado de capitais.
  • Solum.ed: empresa de educação financeira, que oferece cursos sobre como entender, acessar, analisar e alocar capital em oportunidades no mercado de ativos alternativos, em especial no segmento de venture capital e private equity.

Idealizador da BEE4, construindo a base do projeto e convidando os participantes para a JV, o Grupo Solum lidera o diálogo com regulador e parcerias, e irá conduzir as operações do balcão de negociação. Um de seus principais desafios no Projeto será desenvolver todo um ecossistema para conquistar participantes de peso a negociar no ambiente de negociação e viabilizar a iniciativa.

Sobre a CIP

Integrante do Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB), promove soluções que viabilizam a evolução do mercado financeiro, oferecendo tecnologia, inovação e segurança para transações financeiras realizadas no Brasil. Participa do Payments Innovation Alliance, coordenado pela NACHA, da Asociación Latina de Camaras de Compensación, dentre outras associações que buscam o aprimoramento da e inovação para o mercado financeiro. Contribui assim, para um mercado financeiro sólido e estável em benefício de toda a sociedade

Em 2020, a CIP processou +28 Bi de operações financeiras, cerca de 1,3 Bi de operações eletrônicas, e +2,2 Bi de transações de pagamentos com cartão em estabelecimentos comerciais. No Projeto, a CIP participa no desafio da construção da solução, provendo infraestrutura técnica e segurança para as operações, além dos atendimentos nível 1 e 2, e embarca a C3 Registradora como sistema de liquidação.

Sobre a Finchain

Fundada por Marcelo Miranda, ex head de equity trading do Deutsche Bank Brasil, a Finchain é uma one-stop-shop de serviços de blockchain e criptomoedas no Brasil. Com expertise para desenvolver em Ethereum, Hyperledger Fabric, Corda e outros, oferece soluções de tecnologia em projetos que envolvem desde tokenização de ativos até listagem em Exchange e gateway de cripto, sempre com segurança e performance.

Entre seus principais cases está a primeira listagem do MCO2 da Moss.Earth, a primeira empresa no mundo a negociar tokens de crédito de carbono, o primeiro token lastreado em Real Estate no Brasil para a Dynasty Global, e a solução de tecnologia para o primeiro registro de cessão de compra e venda de precatórios em blockchain, levando o projeto ao LIFT Lab do Banco Central.

Após consultoria para empresas como CETIP, Polo Asset, Banco Plural, no Projeto, a Finchain assume a responsabilidade pelo desenvolvimento das plataformas de emissão de STOs e negociação em DLT.

Por Equipe beegin

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